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8° Edição Pipa no ar, nov 2006.
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Dança contemporânea em Pipa
A Gaya Dança Contemporânea é um grupo de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte com 16 anos de história, que executou ballets de diversos coreógrafos por todo o Brasil. O resultado inicial deste trabalho foi o ensaio apresentado ao público de Pipa no dia 25/11, no espaço Exótica.
Leia mais sobre essa apresentação abaixo.
Apenas um ensaio - Gaya dança contemporânea
A dança contemporânea e o teatro antropológico buscam a infinitude de possibilidades não formalizadas: as não-formas do caos que se expressam em um momento e se dissolvem no instante seguinte, transformando-se em algo ainda inusitado. O resultado muitas vezes é uma torrente de sensações que a mente não consegue nomear.
Nossa dança é a dança do silêncio, da alma que se despedaça e se reconstrói como Fênix.
A Gaya Dança Contemporânea é um grupo de extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte com 16 anos de história, que executou ballets de diversos coreógrafos por todo o Brasil. Porém a universidade é por princípio o espaço da pesquisa, e fazendo jus a este espaço, a Gaya desmanchou sua mandala para recomeçar.
A pesquisa atual é a busca de uma linguagem que nos seja própria, cujos movimentos e propostas partem de cada uma das integrantes, uma linguagem que extrapola as fronteiras mais conhecidas da dança, flertando com o teatro, o canto e a performance.
O resultado inicial deste trabalho foi o ensaio apresentado ao público de Pipa no dia 25/11, composto pelos quatro estudos abaixo:
A hora absurda
Ana Cláudia Viana, Izabelita Fernandes e Leila Araújo
É uma visão da incoerência do tempo e da razão. As performers se colocam no espaço e no tempo, mas no limite do caos contraposto à linearidade do pensamento objetivo.
Izabelita my self
É um estudo das partituras motoras de Izabelita Fernandes facilitado pela bailarina e terapeuta Heloísa Costa
Les Femmes desolées
Ana Cláudia Viana e Suzy David
Baseado em experiências individuais, as duas mulheres mostram sua expressão frente à frustração da relação amorosa.
Incontido
Ana Cláudia Viana, Izabelita Fernandes, Suzy David e Heloísa Costa
Proposto e facilitado por Leila Araújo, inspirado em "O Homem e seus símbolos" de Karl Jung, este estudo retrata sonhos de cada uma e imagens oníricas.
Andrea Copeliovitch
Diretora artística
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